Secreção nasal

Definição

Secreção nasal é qualquer material semelhante a muco que sai do nariz.

Nomes Alternativos

Nariz escorrendo; Gota pós-nasal; Rinorreia

Considerações

A secreção nasal é comum, mas raramente grave. A secreção de seios da face inchados ou infectados pode ser espessa ou incolor.

O excesso de muco pode escorrer para a parte de trás da garganta (gota pós-nasal) ou causar uma tosse que piora à noite. Uma dor de garganta também pode resultar de secreção excessiva de muco.

A secreção mucosa pode entupir a tuba de Eustáquio entre o nariz e o ouvido, causando uma infecção no ouvido e dor. A coriza mucosa também pode entupir as passagens dos seios da face, causando infecção dos seios da face e dor.

Causas Comuns

Cuidados Domésticos

Mantenha o muco fino em vez de espesso e pegajoso. Isso ajuda a evitar complicações, como infecções de ouvido e seios da face e entupimento de suas passagens nasais. Para afinar o muco:

Anti-histamínicos podem reduzir a quantidade de muco. Tome cuidado, porque alguns anti-histamínicos podem fazer você sentir sonolência. Não use sprays nasais vendidos sem receita por mais de 3 dias, com 3 dias de intervalo, exceto se recomendado por seu médico.

USO EXCESSIVO DE ANTIBIÓTICOS

Muitas pessoas pensam que uma secreção nasal verde ou amarela significa uma infecção bacteriana, o que exige antibióticos. Isso NÃO é verdadeiro. Resfriados frequentemente começam com uma secreção nasal clara, mas depois de alguns dias fica amarela ou verde cremosa. Resfriados são causados por vírus, e antibióticos não ajudarão. Uma secreção nasal verde ou amarela não é sinal de que você precisa de antibióticos.

Consulte seu médico se

O que esperar no consultório do seu médico

Seu médico pode realizar um exame físico, incluindo um exame de ouvidos, nariz e garganta.

Você pode ouvir perguntas sobre seus sintomas e histórico médico, como:

Exames que podem ser realizados incluem:

Para rinite alérgica, o médico pode receitar anti-histamínicos. Antibióticos só devem ser receitados para infecções bacterianas.

Referências

Bachert C, Gevaert P, van Cauwenberge P. Nasal polyps and rhinosinusitis Em: Adkinson NF Jr, ed. Middleton's Allergy: Principles and Practice. 7a ed. Philadelphia, Pa: Mosby Elsevier; 2008:cap 56.

Long SS. Respiratory tract symptom complexes. In: Long SS, Pickering LK, Prober CG. Principles and Practice of Pediatric Infectious Diseases. 3a ed. Philadelphia, Pa: Churchill Livingstone Elsevier; 2008: cap: 23. Verified as current

Orban NT, Saleh H,Durham SR. Allergic and non-allergic rhinitis. In: Adkinson NF Jr, ed. Middleton'' Allergy: Principles and Practice. 7a ed. Philadelphia, Pa: Mosby Elsevier; 2008: cap 55.


Reveja Data: 8/18/2013
Avaliado por: Linda J. Vorvick, MD, Medical Director and Director of Didactic Curriculum, MEDEX Northwest Division of Physician Assistant Studies, Department of Family Medicine, UW Medicine, School of Medicine, University of Washington. Also reviewed by David Zieve, MD, MHA, Bethanne Black, and the A.D.A.M. Editorial team.
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